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EVANGELIZAR, É NOSSA OBRIGAÇÃO. MAS COM RESPONSABILIDADE!

“Muitos dizem, o importante é pregar o evangelho, não importa de que forma ele foi dado, contanto que seja pregado”. Sim, o importante é que ele seja pregado; mas não de qualquer forma. As pessoas hoje em dia, estão firmando em suas cabecinhas “preguiçosas no pensar” que o evangelho deve ser pregado de qualquer maneira só porque Paulo disse isso. Porém, ele se referiu às pessoas que faziam para aparecer. Quanto a elas, ele não tinha como adverti-las. Por isso que ele disse que “o que importa é que o evangelho seja pregado”. Mas nós cristãos, devemos pregar da forma que esse mesmo Paulo disse: “me torno fraco, para levar o evangelho aos fracos, me torno forte, para pregar aos fortes, me torno pobre para pregar aos pobres” (o sentido é que, ele se adapta às necessidades de cada um, pois nem todos compreendem uma forma culta se não tem cultura, educação e etc.)

Mas será que pregar de qualquer jeito ele está realmente sendo pregado?
Ou será que estão cuspindo o evangelho só para “todo ouvido ouvir” aos quatro cantos da terra e Jesus voltar? E que queime quem não aceitou?

É aí que entra o Sal da Terra e a Luz do Mundo.
Porque se não fomos a luz do mundo, como as pessoas irão enxergar a verdade, se não tem luz? E se não fomos  o sal da terra, como as pessoas vão discernir o sabor de servir a Jesus?

O Nosso comportamento deve ser analisado. Não digo que devemos agir perfeitamente, pois sabemos que isso é impossível. Deus também sabe, tanto que Ele não quer nossa perfeição, ele quer que não sejamos acomodados em nossa condição e sejamos buscadores dos frutos do espírito Santo.

“Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.
Gálatas 5:22-23″

Deus sabe que não podemos ser 100% isso, mas podemos praticar, e a pratica gera o costume, com isso, o que no início é um fardo, no meio, se torna prazer, satisfação e alegria em servir a Jesus com esses frutos que Ele deseja a todos nós. Muitos não entenderão isso a tempo, por causa da dureza de seus corações, mas os corações duros não são de pedra, poderemos entrar neles. Mas devemos fazer isso em nosso comportamento. Porque o falar, de nada adianta se o comportamento não for exemplar.

 

Não levaremos um evangelho com doutrinas criadas por mentes humanas, mas por uma doutrina de salvação, que foi nos dada, não por homens, mas pelo Espirito que habita em nós. O mesmo espirito que nos ensina, para pregarmos o evangelho com coragem e alegria. Pregar o evangelho é missão nossa, convencer as pessoas, é missão do Espirito Santo. Portanto, preguemos o evangelho, com responsabilidade, entendendo que há tempo pra tudo, com paciência, respeitando o espaço de cada um, como um dia tiveram com você, quando ainda tinha o coração duro para a salvação.


Estamos crescendo, aprendendo a cada dia. O que não podemos é rejeitar o ensinamento e a sabedoria, mas sim aceitá-lo com humildade, pois isso é consequência do Temor de Deus, que nos dá de graça, sem cobrar nada.

Na paz daquele que nos Amou tanto que morreu para nos salvar e ressuscitou para nos garantir a paz, vida, alegria e o amor eterno.

Rob Dias.

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O QUE DIZ A BÍBLIA A RESPEITO DO PAPA (PAPADO)?

O ensinamento da Igreja Católica Romana sobre o papa (“papa” significa “pai”) é baseado em e envolve os seguintes ensinamentos romanos católicos:

1) Cristo fez de Pedro o líder dos apóstolos e da igreja (Mateus 16:18-19). Dando a Pedro as “chaves do reino”. Cristo não apenas fez dele líder, mas também fez dele infalível quando agindo ou falando como representante de Cristo na terra (falando de sua cadeira de autoridade, ou ex cathedra). Esta capacidade de agir no interesse da igreja de forma infalível quando falando ex cathedra foi passada de Pedro para seus sucessores, dando desta forma à Igreja um infalível guia na terra. O propósito do papado é guiar a Igreja sem cometer erros.

2) Pedro, mais tarde, tornou-se o primeiro Bispo de Roma. Como Bispo de Roma, ele exercia a autoridade sobre todos os bispos e líderes da igreja. O ensinamento de que o Bispo de Roma está acima de todos os bispos em autoridade é conhecido como a “supremacia” do Bispo de Roma.

3) Pedro passou adiante sua autoridade apostólica ao próximo Bispo de Roma, junto com os outros apóstolos que passaram adiante sua autoridade apostólica aos bispos que ordenaram. Estes novos bispos, em turnos, passaram adiante sua autoridade apostólica àqueles bispos que mais tarde ordenaram, e assim por diante. Esta “passagem de autoridade” é conhecida como “sucessão apostólica”.

4) Baseados na alegação católica romana de uma corrente contínua de bispos romanos, eles ensinam que a Igreja Católica Romana é a verdadeira igreja, e que todas as igrejas que não aceitam a supremacia do papa se desviaram dela, a igreja única e verdadeira.

Depois de termos rapidamente visto alguns dos ensinamentos da Igreja Católica Romana a respeito do papado, a questão é se estes ensinamentos estão em concordância com as Escrituras. A Igreja Católica Romana vê o papado e a autoridade infalível de ensinar da “Igreja mãe” como sendo necessária para guiar a Igreja, e usa isto como raciocínio lógico para justificar a provisão de Deus neste assunto. Mas examinando as Escrituras, podemos achar o seguinte: 

1) Apesar de Pedro ter sido central na primeira expansão do evangelho (parte do significado por trás de Mateus 16:18-19), o ensinamento das Escrituras, tomado em contexto, em nenhum lugar declara que ele estivesse em autoridade sobre os outros apóstolos ou acima da Igreja (veja Atos 15:1-23; Gálatas 2:1-14; I Pedro 5:1-5). Nem é jamais ensinado que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja. Mas há apenas uma referência nas Escrituras de Pedro escrevendo da “Babilônia”, um nome às vezes usado para se referir a Roma, encontrado em I Pedro 5:13. Além disto, e do aumento histórico da influência do Bispo de Roma (devido ao apoio de Constantino e dos imperadores romanos que o sucederam), vem o ensinamento da Igreja Católica Romana da supremacia do Bispo de Roma. Entretanto, as Escrituras mostram que a autoridade de Pedro era compartilhada pelos outros apóstolos (Efésios 2:19-20), e que a autoridade de “ligar e desligar” a ele atribuída era, da mesma forma, dividida pelas igrejas locais, não apenas seus líderes (veja Mateus 18:15-19; I Coríntios 5:1-13; II Coríntios 13:10; Tito 2:15; 3:10-11).

2) Em nenhum lugar as Escrituras afirmam que, para manter a igreja livre de erro, a autoridade dos apóstolos foi passada àqueles que eles ordenaram (sucessão apostólica). A sucessão apostólica é uma “leitura forçada” destes versos que a Igreja Católica Romana usa para apoiar esta doutrina (II Timóteo 2:2; 4:2-5; Tito 1:5; 2:1; 2:15; I Timóteo 5:19-22). O que as Escrituras REALMENTE ENSINAM é que falsos ensinamentos se levantariam, vindo até do meio dos líderes da igreja e que os cristãos deveriam comparar os ensinamentos destes líderes com as Escrituras, que são a única coisa que a Bíblia cita como infalíveis. A Bíblia não ensina que os apóstolos eram infalíveis, a não ser quando o que escreveram foi incorporado às Escrituras. Paulo, conversando com os líderes da igreja na grande cidade de Éfeso, menciona a vinda de falsos mestres, e para lutar contra tal engano, ele NÃO os recomenda aos “apóstolos ou aqueles a quem seria passada sua autoridade”, mas a “Deus e à palavra da sua graça…” (Atos 20:28-32).

Mais uma vez, a Bíblia ensina que as Escrituras devem ser usadas como medida padrão para determinar a verdade do engano. Em Gálatas 1:8-9, Paulo afirma que não é QUEM ensina, mas O QUE está sendo ensinado que deve ser usado para diferenciar a verdade do engano. Apesar da Igreja Católica Romana continuar a lançar a maldição “anátema” àqueles que rejeitem a autoridade do papa, as Escrituras reservam tal maldição àqueles que ensinarem um evangelho diferente (Gálatas 1:8-9).

3) Apesar da Igreja Católica Romana ver a sucessão apostólica como logicamente necessária para que Deus, de forma livre de erros guie Sua Igreja, as Escrituras afirmam que Deus providenciou por Sua igreja através de:

(a) As Escrituras Infalíveis (Atos 20:32; II Timóteo 3:15-17; Mateus 5:18; João 10:35; Atos 17:10-12; Isaías 8:20; 40:8; etc.). Nota: Pedro fala dos escritos de Paulo na mesma categoria de outra Escritura (II Pedro 3:16),

(b) O eterno sumo sacerdócio de Cristo no céu (Hebreus 7:22-28),

(c) A provisão do Espírito Santo, que guiou os apóstolos à verdade depois da morte de Cristo (João 16:12-14), que dá dons aos crentes para a obra do ministério, incluindo o ensino (Romanos 12:3-8; Efésios 4:11-16), e que usa a Palavra escrita como Sua principal ferramenta (Hebreus 4:12; Efésios 6:17).

Apesar de ter havido homens bons e honrados (humanamente falando) que serviram como papas da Igreja Católica Romana, incluindo o Papa João Paulo II e o Papa Bento XVI, os ensinamentos da Igreja Católica Romana sobre a autoridade do papa devem ser rejeitados porque não estão de acordo com os ensinamentos da igreja original, a nós divulgados no Novo Testamento. Esta comparação do ensinamento de qualquer igreja é essencial, sob o risco de deixarmos de ter os ensinamentos do Novo Testamento a respeito do evangelho, não apenas correndo o risco de deixarmos de ter vida eterna no céu, mas sem saber, levarmos outros ao caminho errado (Gálatas 1:8-9).

 

Fonte: Got Questions